Eu gosto de você dengoso assim. Eu gosto de você chatinho assim. Eu gosto de você lindo assim. Eu gosto de você pedindo beijo. Eu gosto de você me mimando o tempo todo. Eu gosto de você quando acende meu fogo. Eu gosto de você quando morde meu lábio. Eu gosto de você quando me pede pra fazer carinho no seu cabelo. Eu gosto de você ciumento assim. Eu gosto e amo você, desse jeitinho aí, sem acrescentar e diminuir nadinha!
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Eu amo você, amor! (c-a-l-m-a-r-i-a)(via flor-de-cactos)
É você. É você e mais ninguém. Eu te amo mais do que um dia eu poderia pensar que ia amar alguém. Eu te amo mais do que qualquer pessoa possa entender. Eu te amo além do que se pode amar. Não é a toa que eu vivo sonhando com o nosso futuro. Por isso que, as vezes, até fico chata só de falar sobre a gente. Mas é isso mesmo: Quero sonhar, planejar, REALIZAR tudo o que eu tenho pra viver contigo. Ninguém me faz tão bem quanto você me faz. Ninguém me faz me sentir tão cheia, tão completa, tão feliz como você me faz. Você é tudo que eu sabia e não sabia que precisava. Você é mais do que eu imaginava. Você é o meu amor.
Eu quero passar o resto da minha vida do teu lado. Crescer, viver, envelhecer… Tudo com você. Porque eu até imagino nossa casinha, nosso quarto, nossa cama. NOSSA VIDA. Eu imagino nossos filhos, nosso cachorro, nosso jeito. Imagino tudo. Penso de tudo. E se Deus quiser, esse tudo, vai ser O NOSSO TUDO.
Não tem como comparar o que eu sinto por você com mais nada. As vezes, nem eu sei exatamente o tamanho, mas eu sei que, por você, eu faria de tudo. Me dobro e desdobro por você, porque eu sei que você faria isso por mim. Eu sei que você quer estar comigo. E eu, mais do que tudo, quero também. A verdade é que eu te amo mais do que essas palavras podem mostrar, mas eu me esforço… Obrigada por estar na minha vida. Obrigada por querer tudo isso, junto comigo. Obrigada por ser o grande amor da minha vida.
— Eu te amo. (via
i-n-v-e-n-t-a-r)
(via flor-de-cactos)
Até ela brigou comigo. Disse que a vida tá passando na frente do meu nariz e eu tô sentada assistindo, comendo brigadeiro, chorando com o fim. “Minha vida é um canal bem ruim” eu disse pra ela. Só passa programa tosco, não é interessante pra ninguém.
— O controle da TV está sem pilha, eu vou reclamar do canal mas não vou levantar pra mudar.
Daniella Leal. (via
doce-inverno)
(via doce-inverno)
Teu riso abafado na almofada do sofá da sua casa indicava que seus pais estavam dormindo e de maneira alguma, eles deveriam acordar. Víamos o filme com o volume mais baixo possível para não acordar os teus ‘velhos’. Nosso romance bandido chegava a ser engraçado. Eu ficava escondido nas escadas e quando o relógio marcava 22:30 eu saía do meu esconderijo e fazia a luz do corredor acender. Você via pela fresta da porta que a luz do corredor estava acesa e cuidadosamente, abria a porta. Tu recepcionava-me com um beijo abafado - sem fazer barulho para seus pais não escutarem nada. Você sempre me amedrontou com a história de seu pai espantar seus ex-namorados com uma espingarda toda a vez que ele acordava e via um garoto com você na sala, mesmo que fosse um amigo qualquer. Eu fazia cócegas em ti e você enfiava uma almofada no rosto para abafar o riso. Nosso amor clandestino sempre atravessou fronteiras. Mesmo que fosse a da sala para o teu quarto. Aquela era uma área de guerra muito perigosa porque o risco do teu pai acordar sempre foi grande, e lá era muito maior. Lembro-me do dia em que seu pai acordou e eu entrei dentro do seu guarda roupa. Quando ele voltou para o quarto dele, saí de dentro daquele lugar apertado e nos beijamos até ficarmos sem fôlego algum. Foram longos meses repetindo esse ritual de brincar de esconde-esconde com o teu pai. A última vez que fui te visitar, teu pai acordou e ficou extremamente nervoso contigo. Ao invés de me bater, ele deu um tapa em seu rosto e eu revidei com um soco na barriga do seu ‘velho’. Depois disso, nunca mais nos vimos. Não sei o que aconteceu com você, amor. Espero que esteja bem. Espero que esteja feliz. Ah, como eu sinto falta daquele amor bandido!
— Amor Bandido - Arthur Macedo (via
antigas-cartas)
(via flor-de-cactos)